Já alguma
vez conseguiu relaxar ao ouvir música? Já alguma vez ouviu uma música que
imediatamente lhe despertou sentimentos fortes ou o transportou para alguma
recordação especial? Já alguma vez sentiu como que uma força interior ao ouvir
música? O som de uma música pode nos acalmar, nos alegrar ou até mesmo nos
excitar.
Respondeu "Sim" a alguma destas questões, então já
experimentou o poder da música.
A arte rupestre encontrada em cavernas
dá uma vaga ideia desse desenvolvimento ao apresentar figuras que parecem
cantar, dançar ou tocar instrumentos.
Na idade antiga os primeiros textos destes grupos apresentam a música
como atividade ligada à magia,
à saúde,
à metafísica
e até à política
destas civilizações, tendo papel frequente em rituais religiosos,
festas e guerras.
Há 2000 anos a.c., quando o imperador da China queria saber como andavam
as coisas nas suas províncias, convocava os músicos de cada uma delas para que
tocassem para ele, e de acordo com a música que embalava o seu povo, o
imperador sabia se este estava bem ou mal.
Mas só no século XXI, psicólogos comportamentais começaram a estudar o
efeito da musica no comportamento humano durante a segunda guerra mundial.
No Século XX durante a
Segunda Guerra Mundial, médicos e enfermeiros americanos constatam que os
veteranos de guerra que beneficiam de algumas sessões musicais restabelecem-se
rapidamente de traumas físicos e psíquicos.
Ainda no século XX houve ganhado de popularidade do rádio pelo mundo, e novas mídias e tecnologias foram desenvolvidas para gravar, capturar, reproduzir e distribuir música. As apresentações tornaram-se cada vez mais visuais com a transmissão e gravação de vídeos musicais e concertos. Música de todo gênero tornou-se cada vez mais portátil.
Ainda no século XX houve ganhado de popularidade do rádio pelo mundo, e novas mídias e tecnologias foram desenvolvidas para gravar, capturar, reproduzir e distribuir música. As apresentações tornaram-se cada vez mais visuais com a transmissão e gravação de vídeos musicais e concertos. Música de todo gênero tornou-se cada vez mais portátil.
O dinheiro é, basicamente, a única coisa que importa; e, nessas circunstâncias,
dirige-se a música não para cima (desenvolvendo a mente das pessoas e
expandindo-lhes a consciência), mas para o mínimo denominador comum. A pergunta
das perguntas é a seguinte: Venderá? O padrão do talento artístico não
poderia ser menos importante.”
De fato, a resposta ao som musical permite avaliar os estados físico,
cognitivo, comportamental, emocional e comunicativo.
A música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos
das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros
cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência.
Há evidencias de que a música pode levar a mudanças de estados de
espírito pela alteração da química corporal e do equilíbrio dos eletrólitos.
Rebaixando o nível de percepção sensorial, a música amplifica as
respostas às cores, toque e outras percepções sensoriais.
Música rítmica altamente repetitiva tem um efeito hipnótico.
A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.
A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo provoca respostas motoras, que, através da pulsação dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal.
Na maioria das pessoas, o lado direito do cérebro favorece a análise da
harmonia e do contorno melódico e o esquerdo mostra especial talento para
processar o ritmo.
A
influência da música é tão grande, que ela atua constantemente sobre nós -
acelerando ou retardando, regulando ou desregulando as batidas do coração,
relaxando ou irritando os nervos, influindo na pressão sanguínea e no ritmo da
respiração. É comprovado o seu efeito sobre as emoções e desejos do homem.
A música nos tira de nossos hábitos mentais congelados e faz nossas
mentes se movimentarem como habitualmente não são capazes. Quando somos
envolvidos por música bem escrita, temos uma compreensão que supera a da nossa
existência mundana e, em geral, está além da lembrança. Quando o som cessa,
voltamos para nossas cadeiras de rodas mentais
Várias experiências científicas confirmam o poder terapêutico da música.
Pacientes que acabam de ouvir Mozart se saem melhor em alguns tipos de testes
de raciocínio que os que não ouviram música alguma ou ouviram música popular
simples.
O rock é
a música que provoca os efeitos mais adversos no corpo humano. Consiste em um
volume excessivamente alto e ritmos persistentes, além das batidas alternantes
(batida posterior que enfatiza o tempo fraco e suspende a batida anaptítica). A
batida anaptítica (contratempo) enfraquece o corpo porque vai contra o ritmo
natural da fisiologia humana, afetando o coração e a pressão sanguínea. Essas batidas
e volumes foram características marcantes na geração dos anos 60.
A questão
se a música pode afetar as emoções, as atitudes e o comportamento, é obviamente
o ponto de debate. Alguns rejeitam tal ideia, por que admitem que as pessoas
variam em sua maneira de reagir à música. Insistem em que determinada seleção
ou tipo de música que evoque certa reação em algumas pessoas, "não me
afeta de forma alguma". Concluem, pois, que a reação à música só é
previsível se a reação for aprendida ou condicionada. Outros creem que, em
questões pertinentes à estética, a moral não está envolvida; a música é amoral.
Curiosidades
sobre a musica:
O feto
reage ao som e, por ser estimulado desde cedo, nasce com maior capacidade de
desenvolver seu potencial"
Mais de
sete mil corredores que participaram de uma meia-maratona chamada "Run to
the Beat" (Corrida com Ritmo) que ocorreu em Londres, no Reino Unido, em
outubro de 2008, estavam sob o efeito de um poderoso estimulante, concebido
cientificamente para aumentar a performance: a música pop.
Pesquisadores
identificaram que algumas trilhas sonoras podem ser até mais poderosas e
eficientes para o desempenho de atletas do que substâncias ilegais que são
encontradas com frequência em exames antidoping.
Em 2007,
uma pesquisa na Alemanha indicou que a musicoterapia ajudou a melhorar as
habilidades motoras de pacientes que se recuperavam de acidentes vasculares
cerebrais.
Entre
outros efeitos encontrados, o tratamento também pode impulsionar o sistema
imunológico, melhorar o foco mental, ajudar a controlar a dor, criar uma
sensação de bem-estar e reduzir a ansiedade de pacientes que aguardavam
cirurgia.
Vacas dão
leite mais gostoso e mais leite quando embalados por musica.
"A
música cria um espírito de equipe, uma coesão que não se vê normalmente em um
evento de participação em massa. Uma das causas principais desta motivação é a
satisfação de uma necessidade psicológica de relacionamento. A música cria um
laço comum, uma ligação social, que permite ao ouvinte satisfazer esta
necessidade quase que automaticamente." Karageorghis

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